DCArquitetura

A DCArquitetura está preparada para desenvolver projetos de arquitetura de usos residencial, comercial, misto, serviços, hotéis e shopping-centers.

O escritório também é especializado em serviços de consultoria de legislação urbanística voltada para planos diretores, urbanização de favelas e projetos de arquitetura.

Urbanismo

Por Armando Abreu A ideia de fazer um plano urbanistico surgiu porque era o primeiro governo da prefeitura como prefeitura, do prefeito Marcos Tamoio. Na fusão foram consignados dois instrumentos muito importantes, os sistemas de planejamento municipal e estadual. Esses sistemas previam planejamento como método do governo, planejamento de modo contínuo, permanente com feedback. Não era aquela ideia de planejamento – faz um plano, entrega, põe na estante e esquece.
Com a prefeitura começando em 75, partimos em 76 para elaborar esse plano. O que tinha de original em relação a outros planos urbanísticos: foi feito exclusivamente por funcionários públicos da secretaria. Não foram contratadas consultorias externas, técnicos… Os únicos serviços terceirizados foram pesquisa de opinião pública, junto ao Gallup, e a gráfica para fazer a impressão do plano. A vantagem desse modelo foi que não sofremos influências de interesses particulares, ...
O sistema se apoiava em três bases principais. O planejamento propriamente dito, da própria secretaria, a modernização administrativa e o orçamento. Nessas reuniões, discutíamos com os subsecretários e saíamos a proposta de orçamento anual. Recebíamos das secretarias os anseios e nestas reuniões eram estabelecidas as prioridades. Hoje não existe mais esse diálogo entre secretarias. Existe uma assessoria de planejamento junto ao prefeito mas que é feita pelo secretário de governo, mas que ...
O que surgiu do nosso estudo? Primeiro, que era uma cidade partida, não era a mesma coisa. As áreas homogêneas tinham condicionantes semelhantes dentro delas mas muito diferentes entre si. Não era admissível ter a mesma legislação para a cidade inteira. Merecia, além do zoneamento, condicionantes diferentes de acordo com a área. Surgiram as UEP (Unidades Espaciais de Planejamento) e a maneira de atuar, que seriam os PEUs (Projetos de Estruturação ...
Definimos primeiramente 31 áreas de compartimentação ambiental (limites físicos). Passamos para 13 áreas de estrutura econômica homogênea , considerando renda média, valor médio da terra, condições, nível de escolaridade e a compartimentação ambiental. Fizemos a análise dos corredores de deslocamento, usamos como medida a  frequencia das linhas de ônibus, que definia o fluxo de passageiros pelos corredores de tráfego. Analisamos dentro dessas áreas homogêneas as interrelações.
Classificamos a cidade em 17 áreas homogêneas. Fomos adiante para a  parte 3, que tinha as hipóteses de desenvolvimento da cidade – como a cidade iria se desenvolver. Conjecturamos: a cidade iria na direção da Barra, Guaratiba… Ou permaneceria se expandindo para a Baixada Fluminense, pessoas que em parte eram expulsas daqui ou que não cabiam nas favelas.
Foi feito um levantamento estático, físico, de quatro aspectos que o Modesto (Helio Modesto, arquiteto e urbanista da Comissão Executiva do Desenvolvimento Urbano do Estado da Guanabara – Cedug, que fazia a ligação entre o escritório Doxiadis e o Governo do Estado no Plano Doxiadis) defendia: características físicas, econômicas, sociais e institucionais. Levantamos todos os dados da cidade do Rio de Janeiro nesses quatro aspectos. Esses levantamentos que nós chamamos de ...
Por dentro de Copacabana: descobrindo os espaços livres do bairro O objetivo deste livro é determinar os critérios para a análise da qualidade na construção de um espaço urbano. Para a verificação empírica desse objetivo, os critérios elencados para análise, abrangentes e passíveis de utilização em qualquer lugar, foram aplicados ao estudo de caso escolhido:, o bairro de Copacabana na cidade do Rio de Janeiro.
O Rio de Janeiro nas alturas | por David Cardeman Neste “O Rio de Janeiro nas alturas” procuramos abordar a influência que tiveram nos bairros da cidade, as variações da legislação urbanística, em especial aquela voltada para as alturas e gabaritos das edificações. Para tal, tornou-se necessário fazer um vasto trabalho de pesquisa e levantamento da documentação e publicações existentes, desde a chegada da corte imperial de D.
Um passeio pelo Rio de Janeiro através das normas, regulamentos, posturas, ao longo do lento, mas permanente, processo da construção da cidade através de sua legislação urbanística, é o que nos propõem, neste livro, os arquitetos David Cardeman e Rogerio Goldfeld Cardeman, pai e filho, respectivamente. No início eram apenas regras simples destinadas a definir os lotes e a organizar a arquitetura dos pequenos prédios da vila colonial.